sexta-feira, 29 de junho de 2012

PSDB definha. Ninguém quer ser seu vice

Desde a eleição de Lula em 2002 que o DEMotucanato e seu anexo, o PPS, definham a olhos vistos. Não tem nomes; não tem agenda para o país e recentemente nem mais o discurso moralista. O baluarte da ética, Demóstenes Torres, senador pelo DEM de Goiás caiu na Operação Monte Carlo da Polícia Federal  por suas relações íntimas com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Resta à oposição a grande imprensa. A mesma que apoio o golpe de 64; que tentou manipular a eleição no Rio de Janeiro nos anos 80 contra o Brizola; a mesma que manipulou a eleição presidencial de 89; a mesma ajudou o governo de FHC a esconder a realidade brasileira de nosso povo; a que tentou a todo custo golpear a eleições de Lula em 2002 e 2006; que tentou, assim como fizeram agora no Paraguai, derrubar Lula em 2005; a da bolinha de papel e da ficha falsa da Dilma; a mesma que agora afirma que no Paraguai não houve golpe e que o “SUS” do Obama é o pior dos gestos de um governante.

Ou seja, resta um monstrengo, ainda forte, porém moribundo. Afinal sua máscara golpista cai a cada dia. Com mais intensidade depois de reveladas as suas relações com o crime organizado. Carlinhos Cachoeira era pautador da Veja e da Época e a Folha teima porque teima em chamá-lo de empresário.

A alternativa da grande imprensa é causar vontade de suicídio coletivo no povo. Só assim pra não se desmoralizarem de uma vez. Leia aqui como a grande imprensa podecausar suicídio

Em São Paulo o Serra não tem vice. Em Maceió, o candidato do PSDB também não.

Ninguém que ser vice de quem vai perder a eleição. Ou de quem não tem nada a dizer.

Em São Paulo o PSDB governa a não sei quantos anos e o resultado são enchentes, metrôs superlotados, cracolândia e empáfia.

Em Alagoas, o PSDB é o principal braço institucional do maior partido daqui. A Cooperativa dos Usineiros. O atual governador é usineiro, o presidente da Assembleia Legislativa é usineiro. Vivemos um constante perigo de surto eminente de diabetes.

Em Alagoas nem o DEM quer ficar com o PSDB. Vai lançar candidato próprio. Bem ao estilo do partido da ditadura. Seu candidato é apresentador de programa policial. Desses que se tem que colocar um balde que aparar o sangue que escorre do aparelho de TV. Por ele tínhamos um policial pra cada habitante.

A base do governo do estado também tem outros nomes. PSB sai só e o PP tenta se valorizar. Pode se vice dos três: PSDB, DEM ou PSB.

Na outra ponta está uma frente anti PSDB, assim como em São Paulo. Os paulistanos votarão em Haddad do PT e os maceioenses em Ronaldo Lessa do PDT. Em são Paulo não tem o PMDB, mas em Maceió, sim.

Aqui a frente tem como principais partidos: PDT, PMDB, PT, PCdoB.

É claro que para consolidar as vitórias eleitorais, tanto em São Paulo como em Maceió, tem que gastar sola de sapato e ir pra rua atrás do voto, mas as condições são de vitória antiPSDB.

2012 pode ser o ano do início do capítulo final da DEMotucanalha. Por isso a grande imprensa tá toda nervosinha e perdida.

“Sambando mais que pitomba em boca de veio”.

Mas é preciso ter atenção aos golpes baixos. Especialidade tucana. Em São Paulo temos o Serra, mestre maior do submundo e aqui, todos os últimos adversários do PSDB tiveram problemas com a justiça durante a campanha e após o término os processos se encerram por conta de não se ter nada.

Só motivo pra campanha difamatória.

Com certeza quadro político em outras capitais é bem parecido com estes.

Esse definhamento é nacional.

Em 2014 será a pá de cal.

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Cadu Amaral