Blog do Cadu: Comemoremos a redução da pobreza e não a morte de Osama

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Comemoremos a redução da pobreza e não a morte de Osama


Atabalhoados com a notícia do inimigo público número um do planeta dos Estados Unidos, Osama Bin Laden; nos chega a notícia de que a pobreza no Brasil foi reduzida em 50,64% de 2002 a 2010. Somente ao longo de 2010, houve redução de 16,3%. Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas – FGV (clique aqui; aqui ou aqui)

Isso é o que se deve comemorar e não a morte de alguém, mesmo que esse alguém seja um assassino em massa que tenha sido criado e treinado pela CIA e resolvido atacar seu criador.

O Bom Dia Brasil de hoje foi ridículo. Até um jornalista da Globo entrevistou um jornalista da Al Jazira que teria entrevistado Osama Bin Laden há uns, sei lá, 200 anos atrás (teria porque não tem registro da entrevista. Segundo o jornalista árabe Osama pediu pra ele anotar e não gravar a conversa) ocupou boa parte do tempo do telejornal global. E a redução da pobreza ficou mais pra nota de rodapé.


A redução da pobreza no Brasil é a grande notícia. É esta que se deve comemorar. Esta notícia é vida. 

Sim, vida!

Vida porque se reduzimos a pobreza, aumentamos a capacidade de se alimentar de nosso povo. Aumentamos a capacidade das pessoas se desenvolverem no Brasil. Isto é vida e deve ser comemorado.

Aos gringos muita lamentação. Lá, eles não tem muito que comemorar. Mataram Bin Laden e agora vão se aprofundar na paranóia interna que já era forte por lá.

A eles eu digo: lutem! Reajam! Mudem esse paradigma de guerra na sua cultura.

O nordeste brasileiro foi a região que mais cresceu. Teve ganho percentual de 42%, contra 16% do Sudeste.

Este é o principal saldo do governo Lula e o legado deixado para a PresidentA Dilma.

Vamos erradicar a miséria deste país. Afinal, país rico é país sem pobreza.




P.S.: Alguns vão dizer que a pesquisa é desde o Plano Real. E é sim, mas olhemos a porcentagem da redução. O total de redução é de 67,3% e só no período Lula foi de 50, 64%. Ou seja, no FHC foram apenas 16.7%.

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