domingo, 24 de maio de 2026

Aldo Rebelo é mais um a expor caso Master em Maceió; JHC calado até quando?



No último dia 12 de maio, o senador Renan Calheiros (MDB) expôs o aporte financeiro de R$ 117 milhões do Iprev de Maceió nas letras do Banco Master, apontou para a possibilidade de ter ocorrido fraude nas assinaturas do conselho do Instituto e questionou a venda da folha de pagamento dos servidores para o BRB.

Este é um tema que JHC foge como o diabo foge da cruz, mas parece que ele terá que correr um pouco mais.

Nesta quarta-feira (20), o ex-deputado federal e ex-ministro Aldo Rebelo – alagoano de Viçosa – afirmou à CNN Brasil que sua pré-candidatura a presidente da República pelo Democracia Cristã (DC), presidido por João Caldas, pai de JHC, foi rifada por causa do “escândalo envolvendo o Banco Master em Maceió”.

domingo, 17 de maio de 2026

Renan Calheiros joga maior calo de JHC no ventilador

Senador Renan Calheiros durante sessão da CAE - Andressa Anholete/Agência Senado

O senador Renan Calheiros, presidente da Comissão de Assuntos do Senado (CAE), jogou o envolvimento da prefeitura de Maceió, sob João Henrique Caldas (PSDB), conhecido como JHC, com o Banco Master no ventilador  durante sessão da Comissão nesta terça-feira (12). O Município de Maceió, sob o comando do neotucano, aportou R$ 117 milhões do Instituto de Previdência (Iprev) nas letras podres do banco de Daniel Vorcaro.

Este é o maior calo que JHC possui, ao ponto de ele sempre buscar cercear o debate público acerca do tema. Sites, jornais, jornalistas, comentaristas, todos que falaram sobre o tema foram processados por JHC numa clara tentativa de lawfare e para fingir que nunca teve nenhuma relação com o Master.

terça-feira, 12 de maio de 2026

Ronaldo Lessa e a ilusão sobre JHC apoiar Lula em outubro


Em entrevista ao CM cast, programa de entrevista do portal Cada Minuto comandado por Carlos Melo e Ricardo Mota, o vice-governador de Alagoas Ronaldo Lessa, do PDT, afirmou que JHC deve apoiar o presidente Lula nas eleições deste ano. Ele chegou a afirmar que “JHC é muito mais para Lula do que qualquer possibilidade de estar com Flávio Bolsonaro”.

Com todo respeito à história de Ronaldo Lessa, mas essa afirmação é – para dizer o mínimo – infantil, tola, boba até.

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Sobre o possível vai e vem de Ronaldo Lessa


Neste domingo, 19 de abril, saiu a informação de que Ronaldo Lessa (PDT) estaria para deixar a aliança com o MDB e voltar a compor com JHC, agora no PSDB, para as eleições deste ano ou como candidato a vice-governador ou como candidato ao Senado.

Se isso, de fato, ocorrer, mexe com o tabuleiro eleitoral, deixando algumas perguntas a serem respondidas. Para mim, as mais importante são:

segunda-feira, 23 de março de 2026

JHC fez joguinhos com gente maior que ele e viu que nunca foi tão grande assim

Imagem gerada por IA


João Henrique Caldas, prefeito de Maceió e conhecido como JHC, tem voto, mas não tem partido, um grupo consolidado em torno de si. O que ele chama de grupo não é dele, é da caneta que possui, que é a da prefeitura de Maceió. O mais próximo a grupo que JHC é seu vice, Rodrigo Cunha, mas esse não tem voto. Ao menos, não com dimensão suficiente para jogar peso numa eleição.

JHC sempre se vendeu como uma cara que não participar de grupos, que não faz acordo e que “tem o povo”. Mas agora, está aprendendo que partido é um ativo político e eleitoral, que ter grupo, de fato, garante perenidade política para períodos de turbulência.

JHC foi reeleito prefeito de Maceió com mais de 80% dos votos válidos e achou que isso bastava para ele ditar os rumos – ou, pelo menos, sentar na mesa da política com voz de comando –, mas Arthur Lira mostrou a ele que a vida não é um arco-íris.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Folha de S.Paulo e a desonestidade intelectual a serviço da escravização moderna

Imagem de IA

Às vésperas do início do debate sobre o fim da escala 6x1 no Congresso, a Folha de S.Paulo, neste domingo (22), publica reportagem obtusa, enviesada e repleta de buracos factuais para atacar a redução da jornada de trabalho.

Ao destacar que “brasileiros trabalham menos que a média mundial” em sua manchete, a Folha, através do economista Daniel Duque, da FGV Ibre, constroem uma narrativa de que os brasileiros trabalham pouco e que se produz pouco no Brasil. Repetindo sempre a mesma ladainha quando se discute alguma medida pró-trabalhadores.