Blog do Cadu: Rafinha Bastos: a culpa é de quem?

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Rafinha Bastos: a culpa é de quem?


Nem o “mamãe eu sou reaça” do Marcelo Tas conseguiu mais segurar as peripécias no narigudo do CQC, Rafinha Bastos. É que dessa vez o “cabra doido” mexeu com gente graúda, com muito, muito dindin...

Se não bastasse o (infeliz, pra não dizer outra coisa) comentário sobre comer mãe e feto no ar durante o CQC, agora o ventão resolveu atacar mais gente em seu show de stand up. A Nextel e o Fábio Assunção são a bola da vez (clique aqui) e ainda mandou uma repórter da Folha fazer um bola gato nele.

Tsc, tsc...

Na boa, esta criatura de carbono deveria ser proibida de fazer shows ou aparecer na TV. Não se pode em nome da liberdade de expressão atacar a moral das pessoas como faz o “venta de nós todos”. A liberdade de expressar-se não dá o direito a ninguém de acusar ou difamar ninguém, muito menos sem provas.

E tem gente que acha que os artigos da Constituição Federal que versam sobre os meios de comunicação não devem ser regulamentados. “É censura!” dizem os mentecaptos e os donos dos grandes meios de comunicação: uma pequena reunião familiar entre os Marinhos (Globo); os Civita (Abril) e os Frias (Folha de São Paulo).


Em todo o mundo existe regulamentação da mídia, menos aqui. O que querem os barões da velha e nada boa mídia é controlar a informação no Brasil. Dizer o que é e o que não é notícia e como essa deve ser dada. Hoje não existe liberdade de imprensa e sim liberdade de empresa.

Criaturas como Rafinha Bastos são fruto do tipo de mídia que temos no Brasil. Do tipo de gente que controla a comunicação brasileira. São as mesmas que apoiaram a ditadura militar, tentaram fraudar uma eleição contra o Brizola no RJ; manipularam a edição do último debate da campanha presidencial de 89 contra o Lula; capas de revistas semanais com mentiras e ataques gratuitos; invasões de privacidade e domicilio para tentar montar uma “grande denúncia” e por que não dizer, as mesmas pessoas que transformaram uma bolinha de papel e uma bala de canhão na última campanha presidencial.

Um comentário:

jardel Montenegro disse...

Muito boa esta postagem! gostei mesmo.