Ministério libera R$ 15,2 milhões para Alagoas
A secretaria de Estado de Infra-estrutura (Seinfra) confirmou nesta terça-feira (28), o recebimento de repasse do Ministério de Integração Nacional, de R$ 15,2 milhões, dentro das cotas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). As verbas ficaram assim distribuídas: R$ 4,3 milhões para obras do canal adutor do Sertão, no semi-árido; R$ 7,4 milhões para obras na barragem da Caçamba e R$ 3,5 milhões - de restos a pagar de 2006 - para as obras de irrigação na barragem do Bálsamo, ambas no agreste alagoano.
O Canal do Sertão tem 250 quilômetros de extensão, e vai ligar as cidades de Delmiro Gouveia a Arapiraca. Aproximadamente 25 quilômetros estão em construção. Ao final, a obra vai passar a beneficiar mais de um milhão de pessoas do semi-árido e do agreste, em 42 municípios, o equivalente a 1/3 da população alagoana.
O subsecretário de Infra-estrutura, Antônio Jessé Leite, adianta que o PAC vai repassar, até 2010, valores da ordem de R$ 643 milhões para o canal. “O próximo repasse do PAC para o canal do Sertão deve ser no valor de R$ 50,3 milhões e estamos aguardando as verbas para avançar na construção do canal”, afirmou.
Visita técnica - O subsecretário anunciou que nesta quinta-feira (30) e na sexta (31) uma missão formada por técnicos da Seinfra e da Secretaria de Agricultura, vão estar em Delmiro Gouveia, junto com representantes da Assembléia Legislativa e da Comissão de Instalação das Ações Territoriais do Alto e Médio Sertão (CIAT), movimento articulado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Na programação estão palestras do pessoal da Seinfra e da Seagri explicando a obra de engenharia do canal do sertão, bem como as estratégias que serão tomadas para a gestão da obra.
“Vamos abrir o debate para buscar um modelo sustentável, que assegure o uso melhor dos recursos, aproveitando o potencial agrário da região”, disse Jorge Dantas, secretário de Estado adjunto da Agricultura, um dos coordenadores da visita técnica ao canal.
Na sexta-feira a comitiva visita trechos da obra que estão sendo construídos como a tomada de água, estação de recalque, o início do canal, as construções, as pontes canais e outros dispositivos.
Até 2010, o canal deverá estar operando com múltiplo uso de sua água bruta: abastecimento de água potável; sistemas produtivos de irrigação (perímetros públicos irrigados); agricultura familiar; piscicultura entre outras alternativas.
A secretaria de Estado de Infra-estrutura (Seinfra) confirmou nesta terça-feira (28), o recebimento de repasse do Ministério de Integração Nacional, de R$ 15,2 milhões, dentro das cotas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). As verbas ficaram assim distribuídas: R$ 4,3 milhões para obras do canal adutor do Sertão, no semi-árido; R$ 7,4 milhões para obras na barragem da Caçamba e R$ 3,5 milhões - de restos a pagar de 2006 - para as obras de irrigação na barragem do Bálsamo, ambas no agreste alagoano.
O Canal do Sertão tem 250 quilômetros de extensão, e vai ligar as cidades de Delmiro Gouveia a Arapiraca. Aproximadamente 25 quilômetros estão em construção. Ao final, a obra vai passar a beneficiar mais de um milhão de pessoas do semi-árido e do agreste, em 42 municípios, o equivalente a 1/3 da população alagoana.
O subsecretário de Infra-estrutura, Antônio Jessé Leite, adianta que o PAC vai repassar, até 2010, valores da ordem de R$ 643 milhões para o canal. “O próximo repasse do PAC para o canal do Sertão deve ser no valor de R$ 50,3 milhões e estamos aguardando as verbas para avançar na construção do canal”, afirmou.
Visita técnica - O subsecretário anunciou que nesta quinta-feira (30) e na sexta (31) uma missão formada por técnicos da Seinfra e da Secretaria de Agricultura, vão estar em Delmiro Gouveia, junto com representantes da Assembléia Legislativa e da Comissão de Instalação das Ações Territoriais do Alto e Médio Sertão (CIAT), movimento articulado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Na programação estão palestras do pessoal da Seinfra e da Seagri explicando a obra de engenharia do canal do sertão, bem como as estratégias que serão tomadas para a gestão da obra.
“Vamos abrir o debate para buscar um modelo sustentável, que assegure o uso melhor dos recursos, aproveitando o potencial agrário da região”, disse Jorge Dantas, secretário de Estado adjunto da Agricultura, um dos coordenadores da visita técnica ao canal.
Na sexta-feira a comitiva visita trechos da obra que estão sendo construídos como a tomada de água, estação de recalque, o início do canal, as construções, as pontes canais e outros dispositivos.
Até 2010, o canal deverá estar operando com múltiplo uso de sua água bruta: abastecimento de água potável; sistemas produtivos de irrigação (perímetros públicos irrigados); agricultura familiar; piscicultura entre outras alternativas.
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