O
governo Dilma quer aumentar o valor dos royalties da exploração de minérios e
investi-los em educação. Brasília quer ao menos triplicar a arrecadação com o
setor. Passar dos atuais R$ 1,8 bilhão para R$ 6 bilhões. Outros países como
Austrália, Peru, Canadá e China também seguem o mesmo caminho.
Estas
informações constam na reportagem de André Barrocal à edição número 736 de
CartaCapital intitulada “Minério por Escolas”. Ainda segundo a reportagem, até
o PSDB quer aumentar o valor cobrado às empresas de mineração.
A
Vale, maior empresa brasileira do setor, teria financiado campanha de poucos
deputados, por isso seu lobby no Congresso é pequeno.
Ainda
tem gente que é contra o financiamento público de campanhas.
Enquanto
a oposição midiática se regozija e tenta “inflar” a blogueira da CIA ou os egos
de Marina Silva e Eduardo Campos ou ficar em campanha permanente contra as políticas de cotas aprovadas pela maioria da
população, o governo federal vem pautando alternativas para problemas
nacionais.
A
meta do Plano Nacional de Educação (PNE) de 10% do PIB até 2020 é também meta
do governo federal.
Se
Lula foi o presidente que mais construiu universidades e escolas técnicas na
História, Dilma quer se firmar como a presidente que garantiu os recursos necessários
para que o Brasil resolva seu déficit educacional.

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