O
ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) está processando, pela
segunda vez, o ator José de Abreu. Abreu é ativo nas redes sociais
e tuitou uma , em tom de brincadeira, sobre a relação entre Mendes
e Dadá, espião do bicheiro Carlinhos Cachoeira. ““E o Gilmar
Mendes que contratou o Dadá? 19 anos de cadeia pro contratado. E pro
contratante? Domínio do fato?”. O ministro do grampo sem áudio
defende que o ator quer desmoralizá-lo (mais?!).
Em
entrevista à imprensa, Abreu se defendeu sustentando que foi uma
brincadeira. “Foi uma piada, não tenho porque me retratar. Imagina
se eu quis dizer que ele (Gilmar Mendes) tem que responder por tudo o
que o Dadá fez? Só na cabeça dele, é fora de qualquer lógica
imaginar que ele, ministro, é responsável pelo Dadá. Não é
possível que ele não tenha coisa mais séria para fazer do que
implicar com o que eu tuíto”.
Gilmar
Mendes também aparece na lista de Furnas quando ainda era membro da
Advocacia Geral da União (AGU). Ele teria recebido R$ 185 mil em
1998. Hoje seria algo em torno de 500 mil reais.
Em
Alagoas, os jornalistas Odilon Rios e Fernando Araújo publicaram uma
reportagem sobre as condições do prédio sede do Ministério
Público Federal (MPF). Em condições precárias, o imóvel foi
comprado por R$ 21 milhões. E em janeiro, o MPF/AL foi multado em R$
50 mil pela Superintendência Municipal de Controle e Convívio
Urbano (SMCCU) de Maceió. A sede da Procuradoria-geral da República
em Alagoas não tinha o "Habite-se". A multa foi confirmada
aos jornalistas pelo superintendente, Neander Teles Araújo, e pelos
técnicos Paulo Canuto e Galvaci de Assis.
Rios e
Araújo foram processados com queixa-crime pela procuradora-chefe do
MPF em Alagoas, Niédja Káspary. Segundo também apurou a reportagem
feita por Odilon e Fernando, Káspary sacou uma arma em reunião de
condomínio no Loteamento Residencial Oceanis, em Maceió.
Há
alguns havia uma brincadeira entre as crianças e pré-adolescentes
que quando alguém fazia algo, na verdade soltava um pum,
exclamava-se “que peidou tá com a mão amarela!”. A primeira
pessoa que olhasse para a própria mão seria o autor do hábito
pouco sociável, digamos assim.
Nos casos
referidos, um fez uma brincadeira questionando inclusive o péssimo
uso de uma teoria jurídica importada e que seu principal formulador,
o alemão Hans Welzel, em entrevista a revista Retratos do Brasil,
questionou a forma como ela usada na AP 470. No outro, os jornalistas
questionaram a estrutura do prédio sede do MPF. Não há um vírgula
contra a honra de “seu ninguém”. Mas infelizmente, e muita gente
bebe dessa água, o meio jurídico está materializando para si uma
infalibilidade antes restrita ao papa e sua relação com os
católicos.
Tanto
Gilmar Mendes quanto Niédja Káspary, mostram por A mais B, que suas
mãos estão amarelíssimas, ou não?

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