terça-feira, 18 de março de 2014

E os burros da oposição não saem da água



Retrato da oposição no Brasil

Já repetimos e vamos fazê-lo mais uma vez: a oposição no Brasil não tem discurso, não tem nome competitivo e nem a agenda moralista consigo. Ela está em bancarrota e o que lhe resta é a imprensa grande com suas campanhas difamatórias e sua boataria.

No desespero de formular algo tentam imputar uma dissidência entre Lula e Dilma, ou mesmo trazer das sombras o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC). Agora, segundo Noblat, de O Globo, FHC poderia ser o candidato a vice-presidente de Aécio.

No discurso econômico catastrófico, tentaram a todo custo apavorar a população com a tese da volta da inflação e que as ruínas estavam logo ali com a –também furada – tese do “pibinho”.

A inflação no Brasil esteve bem mais sobre controle nos governos Lula e Dilma no que nos governo FHC. Durante o período de governança tucana, a variação positiva dos preços em média de 9%. Nos três governos petistas, a média inflacionária foi de 5.87%.



Sobre o Produto Interno Bruto (PIB), a tese do “pibinho” só colou em quem precisa arranjar motivos para criticar o governo. O Brasil foi o terceiro maior PIB em 2013, superando os chamados países ricos. Ficamos atrás apenas da China e da Coreia do Sul. E sempre é bom lembrar que a crise do capitalismo em 2008 ainda tem reflexos na economia global nos dias de hoje.




E para destroçar as teses dos analistas da mídia grande, o que faz com que as pessoas não vejam sua realidade projetada nela, a geração de empregos no país continua em alta. Na verdade, nunca antes na história de esse país – para parafrasear o ex-presidente Lula – estivemos tão bem nesse quesito.

O Brasil vive uma situação de pleno emprego. De acordo com o Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego no Brasil chegou a 4,8% em janeiro desse ano. No capitalismo, que precisa do excedente de reserva –desempregados –para manter o valor da mão de obra o mais baixo possível, isso é PLENO EMPREGO.

Diante de tal situação, não resta outra coisa à oposição ainda insistir no (pseudo) moralismo. Seja usando a Copa do Mundo; seja criando factoides em relação ao processo da Ação Penal 470 e seus réus; seja ocultando as manobras do “mensalão” tucano ou com a boataria deslavada na mídia, especialmente na internet.

E do jeito que estão as coisas, com o povo trabalhando, sua renda aumentando, o desenvolvimento do país avançando como está. Esta é também uma das falácias “viralizadas” por aí: não há investimentos em infraestrutura no Brasil. é verdade que tem muito que fazer, mas nunca se fez tanto ou se investiu tanto nessa área. Só não vê quem não quer. Fato!

Tanto é assim que os pré-candidatos da oposição voltam seus discursos para o setor financeiro. Ele que ultimamente continua enchendo os bolsos como de praxe prefere fazê-lo com a especulação e com capital externo. Ainda por cima Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, lógica capitalista da concorrência, estão superando os bancos privados. Não é à toa que o Itaú defende a criação de desempregos.

A oposição no Brasil não deve viver em paz de espírito. Não sabem o que fazer, o que propor. Fazem falas genéricas e seu maior partido, a imprensa grande, está se tornando cada vez mais uma piada. Onde até gráficos são alterados para dar a sensação de que os índices atuais estão ruins.



Um comentário:

  1. A verdadeira oposição é a velha mídia (emissoras de rádio e tv e veículos em papel). Eles têm praticado uma urubologia terrorista que, é preciso dizer, funciona bastante em certos setores da classe média.

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Cadu Amaral