Blog do Cadu: Golpismo, GloboNews e Venezuela

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Golpismo, GloboNews e Venezuela


Mônica Waldvogel, da GloboNews, é apresentadora/entrevistadora do programa Entre Aspas. Nesse espaço são convidados de duas a três pessoas para debates temas da atualidade. De preferência, sempre pessoas com posicionamentos iguais aos da emissora dos Marinho. Por vezes – e não poucas –, as coisas não dão muito certo.

Vira e mexe os convidados deixam Waldvogel a ver navios, gaguejando mais do que sabe-se lá quem. Principalmente quando o programa em questão tem apenas o intuito de propagar as teses golpistas do grupo de mídia da ditadura de 1964.

É claro que ao ver as cenas da apresentadora sem saber o que fazer com a vida, mas se pararmos para pensar, a coisa é de chorar. A imprensa grande – e aí constatando mais uma vez – perdeu completamente a vergonha e o jornalismo sendo golpeado no estômago. 


Na última vez, o professor de Relações Internacionais da UFABC, Igor Fuser pôs abaixo as teses golpistas sobre a Venezuela e o deplorável comportamento da mídia brasileira.

Sem mais delongas, elencamos alguns vídeos das “sobradas” de Mônica.

Paulo Antenor de Oliveira, presidente do SINDIRECEITA; Paulo Sigaud, advogado tributário e Everardo Maciel, ex-secretário da Receita Federal e ligado ao Instituto Millenium. Nem Maciel aderiu ao golpismo da Globo.




Pedro Serrano, professor da PUC-SP, derrubando mais uma tese golpista durante as eleições em 2010.




Derrubando as esperanças “globais” de vencer as eleições em 2010.




George Galloway, parlamentar britânico destroçando um papagaio da mídia.



 
E de lambuja, assista o documentário “A Revolução não será Televisionada” sobre o golpe da direita venezuelana, financiada pelos EUA, contra Hugo Chávez em 2002.

Um comentário:

ludovicensis disse...

Conheça as cinco passos para desestabilizar governos de Gene Sharp e descubra se não está sendo manipulado pela midia


"O golpe suave"

Los pasos para derrocar los gobiernos serían los siguientes:

Primero: La promoción de factores de malestar y denuncia de corrupción.

Segundo: Campañas en defensa de DD.HH., libertad de prensa y acusaciones de totalitarismo.

Tercera: Reivindicación por demandas políticas y sociales, y toma de instituciones públicas.

Cuarta: Operaciones de guerra psicológica, clima de ingobernabilidad.

Quinta: Desarrollo de una guerra civil prolongada, se prepara la intervención militar extranjera, y se obliga la renuncia del presidente de la República.

( http://bit.ly/1dQcVeu )


Quem é Gene Sharp

Sharp es autor del ensayo titulado “De la dictadura a la democracia” y también del libro “La política de la acción no violenta” en los que se describen 198 métodos para derrocar gobiernos por medio de los ‘golpes suaves’. Estos métodos son las armas que en la actualidad se usan para derrocar gobiernos sin tener que recurrir a las armas convencionales ya que según el politólogo “la violencia no es tan eficaz”.